
Começou hoje mais uma edição deste evento já obrigatório, organizado pela Revista de Vinhos. Decorre até Domingo para o público e nós, claro, vamos lá amanhã, sábado.
tuguinho e Kroniketas, enófilos e tudo

Mais dois brancos de bom recorte que não conhecia. Não sou comsumidor habitual dos brancos do Dão mas há coisas interessantes para descobrir. Neste caso trata-se de dois brancos monocasta feitos de Malvasia Fina.
Continuando nos brancos, damos agora um salto à região dos Vinhos Verdes. O Muralhas de Monção é praticamente um clássico, um vinho consensual entre quase toda a gente quando se fala de verdes bons a baratos. Muito fresco e com boa acidez, suave na prova de boca e moderadamente alcoólico, é um vinho extremamente versátil quando se quer um vinho refrescante. Faz as despesas como vinho de esplanada, como aperitivo, como acompanhante de peixes ou mariscos e faz sempre uma boa companhia à mesa. Mais um bom produto dos brancos de 2007 e a segunda boa aposta da Adega Regional de Monção, logo a seguir a outro ícone da casa, o Deu La Deu. Mais uma excelente relação qualidade/preço, um belo verde para todas as ocasiões que se proporcionem.
Continuando na senda dos brancos, voltamos a dois das Terras do Sado da colheita de 2006. Dois clássicos, poderíamos dizer, daqueles que valem sempre a aposta e dos quais sabemos sempre com o que contar.

As férias de Verão também foram aproveitadas para provar alguns rosés dentre os muitos que têm aparecido. Neste caso foram duas repetições e uma estreia. Já temos falado do crescendo dos rosés entre nós e, tal como os brancos, a sua qualidade tem vindo a crescer o que tem ajudado (e de que maneira) ao aumento da procura por estes dois tipos de vinho ainda há poucos anos tão mal amados, principalmente este de que agora falamos, que alguns nem consideravam vinho. Aliás, parece que para alguns produtores isso ainda é verdade pois ainda fazem os seus rosés a partir de sangrias de cuba. Mas o panorama é, actualmente, francamente animador e dá aos enófilos um bom leque de escolhas variadas.
Outro jantar de férias, no passadiço da Praia da Rocha, junto à descida central da praia. Este restaurante era uma das referências há uns anos antes das obras na praia e da remodelação de todos os bares, e ali comi uma refeição fantástica confeccionada à vista e servida num carrinho. Agora tem duas salas separadas, uma mais restaurante e outra mais para pizzas e afins, mas fomos para a parte das pizzas para ficar mais à vontade e com mais espaço.

O grupo gastrónomo-etilista “Os comensais dionisíacos” teve o jantar de fim de época no Tó do Marisco, em Julho, o jantar de férias em Agosto e o jantar da rentrée em Setembro.

Continuando na senda dos Portos, tenho ido provando alguns em casa e agora de vez em quando resolvo abrir um. Dos que estavam à espera escolhi um 10 anos da Quinta de Ervamoira, da Ramos Pinto. Desde que provei um 20 anos da Dow’s na casa do tuguinho fiquei fã do género. Os 10 anos têm preços mais acessíveis e são mais fáceis de encontrar.